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terça-feira, 7 de julho de 2009

Aiai...

Mais um domingo que passou e mais um monte de currículos enviados por internet, nenhuma resposta dois dias depois, o que eu posso fazer? Rezar apenas, acredito eu. Faltam só duas aulas para os meus alunos do Lago Sul terminarem as suas aulas, vão ao Uruguai (Deus os proteja da gripe suína), foi bom ouvir o meu aluno dizer hoje que está sentindo que o seu espanhol está fluindo mais, que as aulas valeram a pena. Também hoje apareceu uma aluna, fui ao Shopping conversar com ela e combinamos para amanhã a primeira aula de sete duplas, pelo menos não fico sem dinheiro nenhum, mas poderia ser mais fácil, o problema não é que eu não seja uma boa professora, até agora nenhum aluno ficou insatisfeito, todos conseguiram o objetivo alcançado, é que a maioria das pessoas não confia em uma professora particular e preferem procurar uma escola de idiomas, os justos pagam pelos pecadores, mas Deus não fecha todas as portas e janelas de uma vez, já se abrirá uma janela, aparecerá alguma coisa para mim, algum trabalho... paciência... E é só nisso que penso quase o tempo todo, mas agora tem um outro problema para ocupar a minha cabeça, a minha filha está com uma dor no estômago, suspeita de apendicite, os testes estavam normais ontem, não acusaram nenhuma anormalidade - nove horas num hospital público esperando atenção, às vezes eu penso que o GDF faz aqueles comerciais na TV das obras grandiosas, as pontes, os viadutos, as duplicações de pistas, ou para tirar um sarro da cara do povo, ou realmente acha que quanto menos pobre melhor, então não cuida da saúde que é para pobre morrer mesmo, menos gastos para o governo - agora tem que realizar um ultrassom, para ou descartar de vez, ou correr atrás de uma cirurgia de apêndice. Ou então pode ser uma gastrite, o que de certa forma me deixaria tranquila, vamos ver, o primeiro passo é tentar marcar logo o exame, ou pagar em clínica particular que acredito seja a saída mais fácil, tendo em vista o que eu passei ontem. Imagino coitado desse povo que vai de manhã com o dinheiro da passagem, fica horas esperando sem comer nada e ainda tem que voltar para casa tarde da noite de ônibus, ou até acaba desistindo pela dificuldade para voltar para casa, afinal de contas cuidar da saúde não dá visibilidade a governo nenhum e pobre parece que para eles não tem nenhuma utilidade, deixa os coitados sofrerem!!!

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