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terça-feira, 30 de novembro de 2010

A minha metade da laranja apodreceu...

Fiz tudo o que eu podia, esgotei os meus recursos; mas o cara em vez de conversar prefere fugir mais do que diabo da cruz; é claro que ele sabe quem mandou entregar aquela rosa. Alguém poderia me dizer por que cargas d`água ele me beijou depois da festa? Mas que porra! E não adianta dizer que foi impulso, porque houve um intervalo de uns dez minutos em que poderia ter repensado, reconsiderado, e não o fez, preferiu me esperar. Também não adianta alegar que foi a bebida, porque nenhum dos dois tinha bebido tanto assim. Mas desisto, não quer, eu também não quero mais. Vendo o lado bom da coisa, não conseguiria trocar o pagode por rock, sou eclética, ouço de tudo, mas a minha grande preferência é realmente o pagode.

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