Ela realmente achou que seria fácil fazer um acordo com os gays e lésbicas, e conquistá-los, para, segundo eles, eliminar ou pelo menos diminuir a homofobia, mas os mesmos foram longe demais com essa justificativa, querendo distribuir o kit gay para os estudantes numa idade ainda de incerteza ou de dúvidas; não deu certo o jogo duplo, ela teve que descer do muro e tomar partido de um dos lados.
Convenhamos que perdeu menos eleitores voltando atrás e ficando do lado dos pais, das pessoas heterossexuais, e da Igreja, preocupados com as consequencias desses vídeos aparentemente incentivadores da prática de homossexualismo ou bissexualismo, do que ficando do lado dos gays e lésbicas.
Seja lá como for, eu sustento a minha opinião de que esse kit é absurdo, por influenciar a formação moral dos alunos adolescentes, o que não é de jeito nenhum responsabilidade ou função do Ministério da Educação ou do governo, esse é papel dos pais e em hipótese alguma deve se aceitar que as associações de gays e lésbicas consigam aprovar a distribuição desses vídeos nas escolas.
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