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segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Chuva na volta da feira

Decidi ir à feira todos os domingos, mas no passado quase não havia bancas, e hoje parecia que havia passado o taz pela feira, um pouco antes de mim. Talvez por ter havido um domingo sem feira, e outro com metade das bancas, as pessoas foram ávidas por vegetais. A maioria das bancas, perto das 13h já não tinha nada, outras tinham bem poucas coisas. Geralmente isso acontece bem no final, uma hora depois.
Mas consegui comprar algumas frutas; tomates que eu queria para fazer molho para os benditos nhoques, estavam bem subidinhos de preço, aliás, preço de supermercado e até mais, achei por 4,00 reais, mas enfrentei uma pequena aglomeração para poder catar alguns, uns dez minutos escolhendo, da próxima juro que pago caro, mas no supermercado.
Geralmente, eu vou e volto andando, não é tão longe. Mas hoje enfrentei chuva, parecia que São Pedro tinha acordado temperamental, chove, não chove, chove, diminui, aumenta novamente, tive que parar duas vezes no caminho. 
Já perto de casa, tomei um escorregão tão feio que na hora só pensei "fodeu". Seria um tombo muito feio mesmo, mas por sorte consegui me equilibrar duas vezes; escorreguei, botei o outro pé, que deslizou também, e não sei como, consegui colocar o primeiro de novo, que ficou, uffffff! Porém senti o pé que foi e voltou, já que o torci duas vezes poucos meses atrás, felizmente não foi mais uma vez.
Andar em Guarulhos é um ato de paciência e atividade física; na chuva, então, praticamente de coragem, ruas quebradas, buracos, subidas, descidas, áreas em que não se tem calçadas, enfim... reelegeram o prefeito, né?
De qualquer forma, gratidão por ter conseguido me equilibrar.
Chegando em casa, descabelada, molhada e morrendo de fome, lavar tuuuudo, isso já cansou! Não suporto mais lavar as mãos, verduras e frutas, até os sacos lavo para poder guardar. Vou deixar dessa neurose que já deu, até quando vamos ter que fazer?

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