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quinta-feira, 29 de abril de 2010
Sexta... Ninguém merece ir à polícia federal na Lapa, uma verdadeira aventura, quase perdi a prova...
Sexta-feira, precisava ir à Polícia Federal, uma para saber o que tinha acontecido com o meu processo de naturalização, acabei descobrindo que corri atrás de documentação e paguei uns seiscentos reais à toa, porque não quiseram me dar a nacionalidade brasileira -cá entre nós, não é justo porque moro aqui faz mais de vinte anos, só porque estive fora um ano agora me negaram a mesma, ok, desisto dela; falo o português perfeito (nota 10 na prova de português na faculdade, melhor que muitos brasileiros); tenho nome limpo- faria até uma campanha, mas melhor deixar quieto a enfrentar o Ministério da Justiça, deixa para lá!!! Bem, voltemos, fui de carona com uma amiga, tranquilo, estrada livre, nem semáforos nem congestionamento; ah, sim, o outro motivo era atualizar o endereço, de Santos a São Paulo; fiquei lá uma hora e meia mais ou menos. Hora de ir embora, surpresa!!! Conforme tinham previsto na TV, e eu ignorei, estava chovendo, depois de mais de dez dias sem uma gota caindo do céu, aiai! Esperei um pouco, não melhorava, resolvi sair, corri até a parada, me molhei um pouco, basicamente os pés, o rosto, e o que está entre eles. Cheguei na parada, tinha que pegar um ônibus até a estação Barra Funda, metrô até Armênia (na estação Luz havia tanta gente -e abrem as duas portas- quase me levam para fora do trem, me segurei, aí quase levam a minha bolsa rsrsrsrs), e pegar um ônibus da estação Armênia até em casa em Guarulhos, daí 18h tinha prova na faculdade, pensei em ir direto para lá, porque quando peguei o ônibus da estação Armênia até Guarulhos, já eram umas 17h30, e estava chovendo. Em São Paulo, o ônibus quase não andava, eu acho que eu a pé teria sido mais rápida, mas tudo bem, só que a hora não pára, eu perdendo a minha paciência e, para piorar mais um pouquinho -tudo pode piorar sempre, por ruim que possa parecer- peguei o expresso que não passa pelo centro. Tive vontade de xingar o cobrador, porque quando subi ao ônibus, perguntei a ele se passava, nem respondeu direito, achei que passaria, depois pensei em se teria algum tipo de deficiência, mas vi que dava informação muito bem a uma senhora quando eu já estava sentada, a dificuldade só era comigo. Bem, finalmente soube que passaria perto de minha casa, teria que pegar outro ônibus até o centro, nisso já eram oito horas, caramba! Isso mesmo, duas horas e meia dentro do ônibus, já tinha xingado o motorista, o cobrador e as duas árvores genealógicas correspondentes rsrrsrsrsrsrs. Desci correndo, atravessei a rua, esperei o ônibus por uns cinco minutos que mais pareciam uma eternidade, passou o ônibus, subi, sentei,... -a prova era das 18h às 20h30, cheguei às 20h35, correndo, literalmente. O professor ainda estava em sala de aula, graças Deus, dei boa noite, e perguntei na maior cara de pau se ainda daria para fazer a prova, dava, que alívio, fiz em 10 minutos, eu juro; entreguei, ele corrigiu, tirei 9,5, mais difícil ainda de engolir? mas foi. No final das contas não foi tão ruim assim, vim para casa, e fui dormir...
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